Exercício. Determine as modalidades de transmissão e a complementaridade das respostas nos seguintes diálogos.
1. – (afagando o filho na cabeça) Estuda, meu amigo, estuda… especialmente as ciências humanas, isso é útil…
– E a matemática?
2. – Pai, por que os cães, quando saem da água, se sacodem, mas as pessoas não?
– Isso não é da natureza das coisas, filhinho.
3. – (imperativamente) Você já me encheu!
– (desconcertado) Encheu mesmo, mesmo?
4. – Ora, diga-me como devo te entender?
– De jeito nenhum. Entenda como quiser.
5. – Por que a água da banheira, quando escoa, faz um redemoinho?
– Para que as moléculas não se choquem tanto umas com as outras.
6. – Será que você não entende por que seu filho poderia precisar de dinheiro?
– Como você está grosseiro hoje, querido!
7. – A função principal de um curandeiro é ajudar a natureza do doente.
– E se essa natureza for má, o que fazer?
8. – Não precisa me ajudar! Eu mesmo faço!
– Pois eu só vou ficar aqui sentado.
9. – (exigente) Mãe!
– Como estou cansada de vocês todos!
10. – Professor, não consigo fazer nada!
– Paciência, e mais uma vez, paciência!
11. – Você vai me ajudar, afinal, ou não?
– Você acha que é fácil para mim?
12. – Você quer que eu te beije?
– Será que vivi até hoje para isso?
Contexto habitual. Em contextos habituais e estereotipados para esse casal, as modalidades (assim como o conteúdo) das falas dos parceiros são bem conhecidas e podem não depender do seu conteúdo imediato (aspecto cognitivo) das transmissões. Por exemplo, o marido chega em casa do trabalho e diz a frase estereotipada:
– Parece que o marido chegou!
A modalidade cognitiva aqui é, obviamente, yin, mas para a esposa (e para o marido) essa transmissão pode ter um acento yang: a esposa sabe perfeitamente que deve se aproximar do marido, beijá-lo e perguntar se tudo está bem em casa, etc. E vice-versa, falas cognitivamente yang em trocas estereotipadas e repetidas diariamente muitas vezes perdem seu sentido yang e se tornam meras “decorações” yin de um conflito padronizado que se repete dia após dia sem grandes variações.
– Nesse caso, divórcio! E suma da minha casa! — grita o marido com a esposa culpada, mas tanto ele quanto ela sabem que se trata de um desabafo emocional, após o qual, em um minuto, virão desculpas apaixonadas, e a modalidade dessa transmissão para os participantes é puramente yin: não passa de uma forma de autoexpressão do marido, que não implica de forma alguma o que ele diz, mas ativa o clima emocional da situação de comunicação.
Exercício. Pense nas suas transmissões estereotipadas: a modalidade delas corresponde ao seu conteúdo imediato, ou seja, à sua modalidade cognitiva? A mesma pergunta sobre as falas padrão das pessoas que você conhece.
Contexto tenso. Em situações de crise aguda, expectativa tensa ou conflito crônico, a modalidade de fundo fortemente yang influencia a modalidade de todas as transmissões: elas também se tornam muito mais yang do que se poderia pensar ao considerar seu conteúdo imediato (ou seja, o aspecto cognitivo delas). Por exemplo, em uma situação de conflito prolongado e hostilidade geral, falas inofensivas yin podem ser percebidas (e interpretadas!) como agressão yang direta.
– Hoje estou tão cansada. (yang)
– Você sempre está insatisfeita comigo!
– Neste mundo não há perfeição. (yang)
– Você me ofendeu.
Exercício. Crie um contexto em que as seguintes falas soem em modalidade yang.
1. – Tal pai, tal filho.
2. – Está amanhecendo.
3. – Estou com medo de ficar aqui.
4. – Ufa!
5. – (Silêncio).
6. – No universo, cada objeto encontra seu lugar adequado.
7. – Deus misericordioso.
8. – Até o fim da minha vida, provavelmente, vou entender isso.
9. – Estou dormindo.
10. – Voar é um sonho ancestral da humanidade.
O grande chefe.
Aqui, as situações são altamente padronizadas e ritualizadas, e qualquer violação do estilo e ritual aceitos é percebida como uma rebelião yang ou uma grave violação (na essência, yang). O ritual geralmente padroniza não apenas o conteúdo de todas as comunicações, mas também suas modalidades, especialmente as diádicas.
Exercício. Abaixo estão algumas recomendações para o caso de você, por obra do destino, se encontrar “no tapete” diante de um alto chefe; tente entender a que modalidades diádicas elas se referem.
1. Saiba com exatidão o que você quer.
2. Não pisque e seja breve.
3. Coma o chefe com os olhos.
4. O general sabe melhor.
5. Se não sabe ficar em posição de sentido, ao menos feche o zíper da calça.
6. Na ordem de trabalho, tudo será diferente.
7. Ouça o que lhe dizem.
8. Nunca diga “não”.
9. Fique em silêncio quando falarem com você!
10. Se acha que tinha razão — cale-se sobre isso!
No lazer.
Em situações de relaxamento geral, é muito difícil fazer com que uma modalidade yang soe de forma séria — a boa vontade comum yin dissolve qualquer imperativo. Em muitos casos, no entanto, é muito mais eficaz usar a submodalidade yang da modalidade yin, por exemplo:
– Até no descanso é bom pensar de vez em quando no almoço… yin(yang)
– E se dessa nuvem vier uma chuva forte, já podemos começar a arrumar as coisas para ir para casa… yin(yang)
– Que bom que há quem se lembre de você e, na hora certa, te salve de se afogar… yin(yang)
MODALIDADES COMPLEXAS
Modalidades diádico-semânticas. As modalidades yang e yin podem variar dependendo do tipo de transmissão: se ela é de fundo, cognitiva ou estilística.
A modalidade yang de fundo é característica de transmissões que exercem influência direta sobre o parceiro ou a situação como um todo, mas são preliminares, preparando certo estado de espírito.
– Ora, Serafim, aguenta firme! (yang-fundo)
– Entenda, filho, você não me agradou hoje. (yang-fundo)
– Aonde vamos, Martim? (yang-fundo)
A modalidade yang de fundo muitas vezes impõe à situação como um todo certa necessidade imperativa de fazer algo, por exemplo:
– Xenofonte, é preciso arrumar a cama urgentemente: os pais estão chegando. (yang-fundo)
– Quem fez isso? Estou esperando uma resposta. (yang-fundo)
– (Tom imperativo) Vamos logo. (yang-fundo)
Um tipo típico de modalidade yang de fundo é a transmissão que submete a situação a um objetivo específico:
– Eu te chamei, Eufrosina, para uma conversa séria sobre nosso futuro. (yang-fundo)
– Precisamos acertar os termos e a ordem de transferência dos animais para o alojamento de inverno, Caritão Caritônovitch. (yang-fundo)
Exercício. Crie situações em que a modalidade yang de fundo surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes transmissões e mais cinco transmissões à sua escolha para a modalidade yang de fundo.
1. – Você prefere hipopótamos ou rinocerontes?
2. – Tomara que alguém ofereça sorvete…
3. – Por que você está tão zangado hoje, Paramão?
4. – Ufa!
5. – (Balançando a cabeça negativamente) Hum.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco à sua escolha em modalidade yang de fundo.
1. – Por que você quer um sofá novo, Vítor?
2. – Mãe, por que os esquilos são ruivos?
3. – Onde está seu senso de dever, Artemius?
4. – Por que você ainda não me abraçou, Ágrafa?
5. – Como arranjamos mel por aqui…
Exercício. Formule em modalidade yang de fundo abordagens para as seguintes situações e, em cinco situações à sua escolha, dê respostas a elas: a) de forma harmônica e b) de forma antagônica.
1. Pedido ao irmão mais novo para abaixar o volume da televisão.
2. Instrução à criança para ir à escola devidamente vestida.
3. Acusação ao marido: justa, local, privada e irreconciliável.
4. Apelo público por ajuda urgente em uma situação difícil.
5. Um funcionário júnior apresenta sua jovem esposa ao seu chefe direto.
As transmissões yang cognitivas são frequentemente usadas em ordens diretas e comandos; nelas é típico o modo imperativo, por exemplo:
– Vá, Teodoro, e peça desculpas! (yang-cognitivo)
– Não ouse me contradizer, insetinho! (yang-cognitivo)
– Passem, senhores, por favor, para a sala. (yang-cog) Um marcador cognitivo yang típico é a ênfase no nome do parceiro ao dirigir-se diretamente a ele: – Estou mal, Basílio! (yang-cog)
– E ainda precisamos de guaxinins — é contigo que falo, Capitão Capitão! (yang-cog)
Exercício. Criem situações em que surja naturalmente a modalidade cognitiva yang.
Exercício. Traduzam as seguintes falas e mais cinco falas à escolha para a modalidade cognitiva yang. 1. – Que maravilhoso mês de maio! 2. – (caprichoso) Ora… ui! 3. – Assim é? (mostra o dedo médio) 4. – Não se apressem com a vossa autoexpressão — deixem que o companheiro se exprima. 5. – (queixoso) Ah!
Exercício. Respondam às seguintes abordagens e a mais cinco à escolha na modalidade cognitiva yang. 1. – Como se pode tratar com tanta falta de respeito um sábio pássaro ancestral? 2. – Aqui não se aceitam ideias semelhantes. 3. – (dócil) Virineia! 4. – (alegre, esfregando as mãos) Ei-hei-hei! 5. – (energético, expressivo) Bobagem!
Exercício. Formulem, na modalidade cognitiva yang, abordagens para as seguintes situações e para mais cinco à escolha. Deem respostas: a) sintonizadas e b) antitonadas. 1. Apresentação informal num passeio de barco com uma mulher de meia-idade. 2. Convite oficial próximo de uma irmã para um local elegante. 3. Reclamação pública informal numa estância balnear a um novo conhecido. 4. Despedida informal breve num rio com a esposa. 5. Anúncio público oficial do início de um novo projeto de trabalho a uma equipa subordinada.
As falas com estilo yang apresentam marcadores claros e característicos. Em primeiro lugar, trata-se da entoação imperativa, típica de ordens, instruções, etc. Os gestos são energéticos, diretos e voltados para o parceiro; o corpo está tenso, numa posição fechada (pernas juntas, peito protegido pelos ombros, postura muitas vezes curvada, cabeça baixa), com sobrancelhas franzidas. O olhar é direto ao parceiro (de preferência nos olhos) e não se desvia durante a fala. As características habituais do olhar são firmes, penetrantes, convincentes, impositivas, perscrutadoras, intensas. As falas nesta modalidade são muito energéticas, mas não devem ser usadas em excesso. No entanto, em certos casos, são muito mais adequadas e eficazes do que a modalidade cognitiva yang. Exemplos: – (imperativo, alto) Sai daqui! (berra de emoção excessiva) (yang-estilo)
– (estende rapidamente o dedo médio ao parceiro, arregala os olhos) !!! (yang-estilo)
– (com forte sotaque georgiano) Vai logo, meu passarinho! (yang-estilo)
Exercício. Criem situações em que surja naturalmente a modalidade estilística yang.
Exercício. Traduzam as seguintes falas e mais cinco falas à escolha para a modalidade estilística yang. 1. – A natureza está a indicar. 2. – É hora de amadurecer, meu filho. 3. – Não. 4. – Estou feliz por te ver, Fedóssio. 5. – Não sei, Misail.
Exercício. Respondam às seguintes abordagens e a mais cinco à escolha na modalidade estilística yang. 1. – Quantas mil vezes tenho de te repetir isto, Onofre? 2. – Não te apresses, Esvetlana: vão enrolar-te nas curvas íngremes. 3. – Isso não é desejável, João. 4. – Não será que não percebem, Sr. Nicodemos? 5. – Pelo menos sorri uma vez para a tua querida esposa!
Exercício. Formulem, na modalidade estilística yang, abordagens para as seguintes situações e para mais cinco à escolha. Deem respostas: a) sintonizadas e b) antitonadas. 1. Pedido direto, urgente e incomum a sós ao irmão. 2. Ameaça direta e substancial, pública, ao chefe. 3. Resposta a uma acusação pública pequena e incorreta por parte de um familiar próximo. 4. Resposta negativa a uma proposta comercial maçante e descarada. 5. Concordância com a proposta de um novo conhecido para passarem a noite juntos.
A fala de fundo yin introduz, complementa, modifica ou colore a situação, sem impor diretamente ao parceiro a necessidade de uma ação ou decisão concreta, por exemplo: – Nós estamos aqui reunidos, e isso é bom. (yin-fundo)
– E depois a Maricota prometeu cantar para nós. (yin-fundo)
– E vamos nos divertir de todas as formas… (yin-fundo)
– Como poderíamos arranjar-nos de forma mais confortável… (yin-fundo)
– Era uma vez um velho e uma velha. (yin-fundo)
– Acho que nós podemos chegar a um acordo. (yin-fundo)
Exercício. Criem situações em que surja naturalmente a modalidade de fundo yin.
Exercício. Traduzam as seguintes falas e mais cinco falas à escolha para a modalidade de fundo yin. 1. – Dá-me a maçã, mãe! 2. – Ai! 3. – Pára já de cantar, Florêncio! 4. – Qualquer animal gosta de carinho — e tu, Cipriano? 5. – O amor é submisso em todas as eras — será que o grande poeta se enganou?!
Exercício. Respondam às seguintes abordagens e a mais cinco à escolha na modalidade de fundo yin. 1. – Para que precisa do meu telefone? 2. – Onde é que andaste todos estes anos, Elpídio? 3. – Não te atreves a subir naquela árvore? 4. – Cozinha o meu mingau de trigo sarraceno quando eu chegar e corta a cebola verde: bem miudinha. 5. – Psiu!
Exercício. Formulem, na modalidade de fundo yin, abordagens para as seguintes situações e para mais cinco à escolha. Deem respostas: a) sintonizadas e b) antitonadas. 1. Proposta informal séria e imediata a um animal de estimação. 2. Recusa educada a uma proposta pessoal interessante. 3. Concordância com uma proposta comercial importante. 4. Promessa informal não séria a uma boneca para um futuro longínquo. 5. Elogio leve público a uma mulher idosa.
As falas cognitivas yin podem soar como uma resposta detalhada sobre um estado ou servirem como resposta atenuante a uma pressão cognitiva yang (ou como forma de evitá-la), ou ainda suavizam um pedido ou pergunta, transformando-os em indiretos: – Sinto-me bem — como um camelo numa oásis após uma longa jornada pelo deserto. (yin-cog) – Não acho que consiga cumprir o vosso encargo. (yin-cog)
– Seria bom saber o vosso nome. (yin-cog)
– A tua mãe ficaria muito feliz se chegasses antes das dez horas. (yin-cog)
– Hoje trouxe uma dúzia de cervejas. (yin-cog)
Exercício. Criem situações em que surja naturalmente a modalidade cognitiva yin.
Exercício. Traduzam as seguintes falas e mais cinco falas à escolha para a modalidade cognitiva yin. 1. – Vamos, Onésimo! 2. – (amargurado) Ah! 3. – É melhor, Antão, ires pelo caminho direito. 4. – (cantando zombeteiro) A-a-a-a… 5. – Não me faças rir, Sofónio!
Exercício. Respondam às seguintes abordagens e a mais cinco à escolha na modalidade cognitiva yin. 1. – Embora sejas velho, Sabas, não és sábio! 2. – Zózimo, a quem me deixas? 3. – E como consegues viver sem Severino, o teu amado? 4. – Não me ponhas a cabeça a prémio! 5. – Ora esta já é uma jogada suja, Terêncio!
Exercício. Formulem, na modalidade cognitiva yin, abordagens para as seguintes situações e para mais cinco à escolha. Deem respostas: a) sintonizadas e b) antitonadas. 1. Flerte discreto público com uma conhecida mais velha. 2. Confissão privada de uma pequena culpa perante um subordinado. 3. Abordagem telefónica a pedir o agendamento de um serviço. 4. Pedido informal pequeno a uma filha de sete anos. 5. Convite à noiva para um banquete em comemoração ao aniversário da empresa.
As falas de estilo yin apresentam frequentemente entoações suaves, acompanhadas de um discurso lento e fluido, com frases extensas repletas de adjetivos, comparações, etc. Os gestos são lentos, suaves, arredondados; o corpo está relaxado, as pernas afastadas e dobradas nos joelhos. O olhar é dirigido para o lado ou para cima, mas por vezes fixa-se brevemente no parceiro antes de se desviar novamente; ou então mantém-se mais tempo no parceiro, com características como envolvente, lânguido, suave, relaxante. Exemplos: – (alongando-se lentamente e bocejando com sentimento) (yin-estilo)
– É tão agradável vê-la, minha querida Anfísa Policarpovna, eu esperei por esta ocasião extraordinária de conhecer a glória do nosso país por tanto tempo, e o fato de finalmente tê-la alcançado mostra como o Senhor Onisciente e Onipotente é tão benevolente, generoso e misericordioso para comigo! (estilo yin)
Exercício. Crie situações em que a modalidade estilística yin surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes transmissões e cinco transmissões à sua escolha para a modalidade estilística yin. 1. — Peço-lhe que seja o mais franco possível comigo, caro Nicandro! 2. — Agora, caro Miroslau Spiridonovitch, à mesa! 3. — (entusiasmado) Oh! 4. — Sabe, Rostislau, as ambições imperiais se equivalem. 5. — Não precisa, por favor, Pompeu, me constranger e me fazer corar!
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha na modalidade estilística yin. 1. — E quantos anos a senhora tem, permita-me perguntar, senhora? 2. — Mas o lugar mais interessante da sua biografia a senhora escondeu de nós, incomparável Pafnúcio Modestovitch! 3. — Vamos nos sentar, Anfísa. 4. — Mas conte-nos primeiro a pré-história, Rafaíl! 5. — Ah, duvido!
Exercício. Formule abordagens na modalidade estilística yin para as seguintes situações e para cinco situações à sua escolha. Dê respostas a elas: a) sintonizado e b) antitônico. 1. Pedido humilde de indulgência dirigido ao pai idoso. 2. Proposta de passear à noite a um velho conhecido. 3. Convite informal e rápido a um amado para um passeio de esqui. 4. Apresentação indireta de uma pequena reclamação ao gato doméstico. 5. Despedida informal por um longo período a um amigo enjoativo.
Exercício. Determine as modalidades diádico-semânticas das transmissões nos seguintes diálogos:
1. — Como é bom se encontrar com amigos na véspera do Ano Novo! — Olá, Larissa!
2. — Ufa, que peso! Ufa! Até um elefante se esgotaria no meu lugar! — A carga própria não pesa.
3. — Paciência, Kolka, só paciência, meu amigo. — (com voz desesperada) Não há mais urina!
4. — Vou me apressar para encontrar a minha desejada! — Pare, Romão!
5. — E você, querida, adeus para sempre! — Será que é verdade para sempre?
6. — Amanhã, desde cedo até o meio-dia, estou trabalhando. Fazendo marcenaria. — Bem, então eu passo à noite.
7. — Sabe, Semen, eu não te respeito! — Por quê?
8. — Eu te amo! — Ah! (lança-se ao pescoço)
9. — Você me enjoou terrivelmente, e não desejo mais te ver! — Entendido.
10. — Agora vou te contar uma história. — Oh!
11. — (pelo alto-falante) Nosso zoológico oferece a você uma excursão detalhada. — (para si mesmo) Vou!
12. — (pelo alto-falante) Em nosso zoológico, você pode conhecer pessoalmente animais carnívoros e herbívoros. — Carnívoros? Que medo!
13. — E eu não entendo por que você me despreza! — Não entenderá até amadurecer.
14. — Tolice! — Você mesma é uma tolinha-tolona!
15. — Por essa ação, eu te respeito! — Tanto faz. Eu não fiz nada de especial lá.
16. — Vamos? — Depende…
17. — Uau! — Não tem nada de especial!
Exercício. Crie diálogos compostos por duas falas em cada uma das seguintes duplas de modalidades complexas: 1. (yang-fundo) — (yin-agulha) 2. (yang-fundo) — (yin-estilo) 3. (yang-fundo) — (yang-agulha) 4. (yin-fundo) — (yang-agulha) 5. (yin-fundo) — (yang-fundo) 6. (yin-fundo) — (yang-estilo) 7. (yang-agulha) — (yin-agulha) 8. (yang-agulha) — (yin-estilo) 9. (yang-agulha) — (yin-fundo) 10. (yin-agulha) — (yang-estilo) 11. (yin-agulha) — (yang-fundo) 12. (yin-agulha) — (yin-estilo) 13. (yang-estilo) — (yang-agulha) 14. (yang-estilo) — (yang-fundo) 15. (yang-estilo) — (yin-agulha) 16. (yin-estilo) — (yang-agulha) 17. (yin-estilo) — (yang-fundo) 18. (yin-estilo) — (yin-fundo)
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha em cada uma das seis modalidades diádico-semânticas. 1. — E quanta experiência há na sua conta de vida? 2. — Quantos anos, quantas primaveras, amigo (amiga)! 3. — Será que você não consegue amanhã subir comigo a montanha? 4. — Vou te esperar cada segundo! 5. — Diga: você ainda me ama? 6. — Ontem, minha querida avó morreu… 7. — Você imagina, Tomka, nossa está grávida de novo! 8. — Estude, meu amigo, estude até morrer. 9. — Bem, sobre o seu amor eterno, vovó disse isso meio a meio. 10. — Quero um pelicano!
Exemplo. Respostas do protagonista Prokhor à pergunta: “E quanta experiência há na sua conta de vida?” — Há algo, Prokhor, tenho alguns conhecimentos. (yang-fundo) — Há… (yin-fundo) — Bem, sei conversar com pessoas, Proshenka. (yang-agulha) — Das cinco reformas saí, fui ferido na perna, no ventre e na cabeça; sobrevivi e ainda estou vivo! (yin-agulha) — Ah, Prosha! Conta tudo para mim (careta), revela todos os seus segredos! Não vai dar, amigo! (mostra um gesto) (yang-estilo) — (com voz de conto de fadas) Muita coisa tive que viver, viajei como Simbad, o marujo, por mares e terras estrangeiras, como um peixe-espadarte, por longos anos, longas estradas, poucas risadas vi — mais tudo foram lágrimas ardentes… (yin-estilo)
Exercício. Crie três cenas curtas sobre os seguintes temas e cinco temas à sua escolha. Os personagens devem atuar nas seguintes modalidades: a) protagonista — yin-fundo, parceiro — yang-estilo; b) protagonista — yang-agulha, parceiro — yin-estilo; c) protagonista — yin-estilo, parceiro — yin-agulha. 1. O velho solteirão Vítor prepara-se para a visita de sua namorada Clarissa e discute as perspectivas com seu amigo sofá. 2. O grande chefe Zinóvi Kalistrátovitch tenta adivinhar qual presente sua amante Efrosínia quer ganhar no aniversário. Ela responde de forma evasiva, não querendo dizer diretamente que quer se casar com ele. 3. A estudante Ágnia pressiona seu pai com a pergunta de por que ele se separou da mãe de Ágnia. O pai não quer mentir para ela, mas também não quer falar mal da ex-esposa. 4. O guerreiro primitivo Dente de Mamute propõe à garota Chamomila que se case com ele. Chamomila duvida e pergunta sobre suas perspectivas de vida futura. 5. A mãe do aluno do primeiro ano Vília pergunta sobre o primeiro dia dele na escola. O menino, no entanto, tem sua própria visão de mundo e não entende o que a mãe quer dele.
Exercício. Crie três cenas curtas sobre os seguintes temas e cinco temas à sua escolha. Os personagens devem atuar nas seguintes modalidades: a) protagonista — yin-agulha, parceiro — yang-agulha; b) protagonista — yin-fundo, parceiro — yin-estilo; c) protagonista — yang-estilo, parceiro — yang-fundo. 1. O diretor do zoológico Hariton Haritonovitch discute com o chefe do departamento de suprimentos Semen Dormidontovitch a situação dos animais no zoológico. 2. Zoológico. A píton Pafnúcio e o hipopótamo Teodoro discutem as últimas notícias da vida do zoológico, constantemente divergindo em suas avaliações e visões de mundo. 3. Markel Markelitch, diretor da empresa “Kisa-Murisa: ajuda a animais domésticos”, ouve o relatório semanal do consultor Trofim sobre o trabalho realizado, intercalando comentários encorajadores, mas mais críticos. Trofim tenta se justificar. 4. Zoológico. Zaqueu, tratador responsável pela girafa Jorge, repreende seu protegido pelo mau comportamento e falta de apetite. Jorge xinga e passa para o ataque pessoal. 5. Isabela, dona da cadela Dunya, repreende sua querida por suspeitas de relações com o cachorro de depósito Elizarich. Dunya rejeita as insinuações da dona, mas tenta justificar moralmente o cão.
Modalidades diádico-dialéticas.
A modalidade yang-instrumental é muito enérgica e, por vezes, pode surpreender o parceiro, de modo que ele a perceberá mais como agressiva — em outras palavras, aqui deve-se temer a ambivalência. Uma situação típica em que essa modalidade surge é um “ataque” direto do protagonista ao parceiro sem motivação prévia no diálogo: — (sem preparação, com ênfase) Germógenes, fale logo: ONDE VOCÊ ESTAVA?! (yang-criativo)
— (interrompendo o parceiro) E eu te digo, Fedóssi, sem rodeios: em vez de ficar sentado no escritório, seria melhor você criar coelhos! (yang-criativo)
Exercício. Crie situações em que a modalidade yang-instrumental surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e cinco abordagens à sua escolha para a modalidade ian-criativa.
1. – Ó, Nestor!
2. – Tenho uma surpresa: as calças rasgaram-se em todos os lados!
3. – Nem pensar!
4. – Estou triste, não o escondo.
5. – Durmo, durmo, durmo…
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha na modalidade ian-criativa.
1. – Quanto custa o seu queijo?
2. – Narcisa, onde é que rasgou as suas calças?
3. – Luciana, quando é que vais aprender a não me interromper?
4. – Estou com um pouco de frio.
5. – Não considero essa razão válida, Parfene.
Exercício. Para as seguintes situações e cinco situações à sua escolha, invente abordagens na modalidade ian-criativa. Responda a essa abordagem: a) de forma sintonizada e b) de forma antissintonizada.
1. Proposta urgente e imperativa à namorada para irem a uma festa.
2. Desculpas ardentes e sinceras em privado à irmã mais nova.
3. Acusação privada e pesada ao animal de estimação.
4. Condolências íntimas e pessoais a uma boneca por uma grande perda sofrida.
5. Apresentação pública de um cantor da moda num concerto de caridade.
A modalidade ian-realizadora caracteriza-se, por exemplo, por uma situação em que o protagonista, dentro de um papel bem conhecido, exige algo do parceiro – por exemplo, faz-lhe uma pergunta substantiva que exige uma resposta de fundo:
– Agnia, como pai exijo de ti uma resposta: onde passaste a noite? (ian-real)
– (desconfiado) Agora diz-me com sinceridade: por que razão tens sempre de estar tão bonito, hã? (ian-real)
Exercício. Invente situações em que surge naturalmente a modalidade ian-realizadora.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e cinco abordagens à sua escolha para a modalidade ian-realizadora.
1. – Como pudeste?
2. – Ora bem, Rognida, sinto que dormes como um urso na toca, sem pensares na primavera…
3. – Não, que canalha!
4. – Cada coisa a seu tempo, é o que eu acho.
5. – Os nossos tempos passaram, sim, e não há nada a fazer.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha na modalidade ian-realizadora.
1. – Savélio, traz, por favor, lenha seca da floresta.
2. – Por que razão apareceste à noite, Macedónio?
3. – Acho que vou para casa.
4. – (Pondo o dedo nos lábios) Xii!
5. – Ah, por que me enganas, Melânia!
Exercício. Para as seguintes situações e cinco situações à sua escolha, invente abordagens na modalidade ian-realizadora. Responda a essa abordagem: a) de forma sintonizada e b) de forma antissintonizada.
1. Conhecer uma menina de sete anos numa praia fluvial.
2. Proposta íntima e semi-oficial a um novo conhecido.
3. Saudação alegre a um familiar mais velho na rua.
4. Acusação divertida e séria em público a um animal.
5. Perdão sincero e privado a uma boneca por uma falta grave.
A modalidade ian-dissolvente surge, por exemplo, quando o protagonista ordena ao parceiro que destrua ou cesse algo:
– Não te atrevas a contradizer-me, Paládio! (ian-diss)
No entanto, a dissolução também pode referir-se ao próprio protagonista:
– Estou a morrer de amor por ti, Glíceria! (ian-diss)
Exercício. Invente situações em que surge naturalmente a modalidade ian-dissolvente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e cinco abordagens à sua escolha para a modalidade ian-dissolvente.
1. – Avante, sem medo!
2. – Não gostaria nada de me parecer com Cleópatra, e também não vejo António por perto.
3. – A Terra gira em torno do Sol, e eu giro em torno de ti, meu amor.
4. – Que hóspedes hoje! Ah, é uma verdadeira surpresa!
5. – Ora bem, é tudo.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha na modalidade ian-dissolvente.
1. – Por que não compraste o bolo, Kir?
2. – Pois não adivinhaste! Não adivinhaste!
3. – A humildade é a nossa principal virtude, Ciríaco!
4. – Por que razão não lavo os dentes de manhã é algo que, como mãe, tu sabes melhor!
5. – Doutor, ajude-me, por favor!
Exercício. Para as seguintes situações e cinco situações à sua escolha, invente abordagens na modalidade ian-dissolvente. Responda a essa abordagem: a) de forma sintonizada e b) de forma antissintonizada.
1. Repreensão fundamentada em público a um tio.
2. Convite privado a um velho amigo para um passeio de bicicleta.
2. Justificação do seu desejo de não acompanhar a esposa, que vai ao aniversário de uma amiga.
4. Um homem de meia-idade recrimina a sua mãe idosa por erros na sua educação quando frequentava a escola.
5. Despedida de uma cidade amada por um longo período.
A modalidade in-criativa é utilizada, por exemplo, em transmissões que expressam o estado de uma pessoa que recebeu uma notícia inesperada:
– Estou chocado. (in-cri)
Outra forma de usar esta modalidade é mudar de assunto através de uma réplica que não exige resposta. Por exemplo, o protagonista pergunta:
– «Acham que Deus me vai castigar por hoje?» – e o parceiro desvia-se do tema proposto, sugerindo suavemente um novo:
– Acho que o melhor agora é darmos um passeio pelo parque e vermos os cisnes. (in-cri)
Exercício. Invente situações em que surge naturalmente a modalidade in-criativa.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e cinco abordagens à sua escolha para a modalidade in-criativa.
1. – Espera por mim até ao fim, Timuro.
2. – Sou apenas uma criança desobediente.
3. – Só não me embrulhes!
4. – Percebeste, Isidoro, que nem toda a gente consegue confundir-me?
5. – Não me canses, Danilo!
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a cinco abordagens à sua escolha na modalidade in-ordenativa.
1. – Então, já decidiste, afinal?
2. – Isso mesmo, continua assim.
3. – Não concordo totalmente, Zenão, com o que diz.
4. – O que é que a Agrafena tem a dizer?
5. – Vamos, Xustrík, daqui para fora – não somos bem-vindos aqui.
Exercício. Para as seguintes situações e cinco situações à sua escolha, invente abordagens na modalidade in-ordenativa. Responda a essa abordagem: a) de forma sintonizada e b) de forma antissintonizada.
1. Apresentação de uma queixa à avó por uma infância difícil.
2. Desculpas públicas e sinceras ao pai por um café entornado.
3. Despedida informal de um familiar próximo que parte por um longo período.
4. Elogio a uma menina de sete anos que teve uma atuação bem-sucedida numa manhã infantil.
5. Agradecimento sincero e privado a um familiar mais novo por ajuda numa situação delicada.
A modalidade in-realizadora é própria, por exemplo, de transmissões em que a posição passiva do protagonista apela à ordem das coisas estabelecida:
– Ora eu… sou como sempre… (in-real)
– Não tenho do que me queixar – pagam-me, aos domingos posso ver televisão. (in-real)
Exercício. Invente situações em que surge naturalmente a modalidade in-realizadora.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e cinco abordagens à sua escolha para a modalidade in-realizadora.
1. – Em suma, estou a perder-me – percebes, Domício?
2. – Tu és meu amigo, Artur!
3. – Lealdade, só lealdade – é isso que preciso de ti, meu caro Dormidonte!
4. – Tu, Henriqueta, não te apresses, conta-me tudo direitinho, desde o início.
5. – Ei, Jeremias!
Exercício. Responda às seguintes perguntas e a cinco perguntas difíceis à sua escolha na modalidade in-realizadora.
1. – Por que razão o cão tem a cauda atrás?
2. – Por que razão as pulgas saltam e não rastejam como lagartas?
3. – Por que razão os esquis são dois e as rodas são quatro?
4. – Por que razão os meridianos se cruzam e os paralelos não?
5. – Por que razão é difícil entender os adultos?
Exercício. Para as seguintes situações e cinco situações à sua escolha, invente abordagens na modalidade in-realizadora. Responda a essa abordagem: a) de forma sintonizada e b) de forma antissintonizada.
1. Incentivo ao filho para convidar novos amigos para casa.
2. Pedido à mãe para deixar a realização das tarefas escolares ao critério do protagonista.
3. Ofensa pessoal leve ao irmão mais novo.
4. Desejo importante e privado a um subordinado direto.
5. Despedida do neto que parte para uma caminhada na montanha.
Iínico-dissolvente modalidade e nas translações em que o protagonista descreve a dissolução de determinado objeto, sem supor qualquer reação especial do parceiro: — Não parece que algo esteja se formando na empresa — antes, parece que está se desfazendo. (iín-diss)
Outra forma de surgimento dessa modalidade é a visão filosófico-distanciada do mundo: — Sim, a verdade sempre triunfa — quando chega a sua hora. (iín-diss)
Exercício. Crie situações em que a modalidade iínico-dissolvente surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes falas e mais cinco de sua escolha para a modalidade iínico-dissolvente.
1. — Não vamos brigar, Josafá — melhor nos beijarmos, não é?
2. — Nada melhor do que uma caminhada a pé rumo ao norte.
3. — Fique de pé sob a cachoeira, Gostomisl.
4. — Sou melhor do que você imagina, Evlâmpia.
5. — Como saber…
Exercício. Responda às seguintes falas e a mais cinco de sua escolha na modalidade iínico-dissolvente.
1. — Posso, Estêvão, acompanhá-lo até em casa?
2. — Sua casa é muito bonita — lembra-me um ninho de águia.
3. — Eu pessoalmente sempre prefiro assoalhos de parquete.
4. — Waldemar, vista uma gravata listrada.
5. — Ora, diga-me, Silvestre — quem hoje em dia estuda a sério?
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco de sua escolha, crie falas na modalidade iínico-dissolvente. Responda a essas falas: a) de modo sintonizado e b) de modo antitonado.
1. Reconhecimento formal de culpa, após longo tempo, diante do irmão.
2. Anúncio do fim de um relacionamento pessoal prolongado.
3. Saudação a um hóspede que chega tarde.
4. Pedido de desculpas à mãe pelo sopa não terminada.
5. Instrução a um subordinado para tomar medidas urgentes.
Exercício. Traduza as seguintes falas e mais cinco de sua escolha para todas as modalidades diádico-dialéticas.
1. — Com certeza virei jantar na sua casa, Bronislava.
2. — Não ouso discordar.
3. — Ora! Parece que terei de morar na sua casa, Josafá, até que a situação se resolva.
4. — Não tenho pressa — e para onde iria?
5. — A hora, a hora de encerrarmos está chegando.
Exercício. Responda a cada uma das seguintes falas e a mais cinco de sua escolha em todas as modalidades diádico-dialéticas.
1. — Não é vergonhoso, irmão Svitlozar?
2. — Sua noiva é muito boa — tanto no rosto quanto na figura.
3. — Despeçam-se, sentem-se, Iúm, tomem um chá.
4. — Para dizer a verdade — não sei, Calisto.
5. — Onde quer que eu esteja, Áglaia — com certeza virei ao seu primeiro chamado.
Exercício. Para cada uma das seguintes situações e mais cinco de sua escolha, crie falas em todas as modalidades diádico-dialéticas. Responda a essas falas: a) de modo sintonizado e b) de modo antitonado.
1. Saudação informal à casa de um animal doméstico desaparecido sem deixar rastro.
2. Repreensão a uma boneca por comportamento feio na presença de adultos.
3. Advertência a um jovem amigo que planeja se casar prematuramente.
4. Preocupação com a mãe em relação a uma apresentação na escola.
5. Embaraço de uma jovem dama diante de seu cavalheiro por causa de um novo penteado.
Exercício. Crie duas cenas curtas para cada um dos seguintes temas e mais cinco temas de sua escolha. Os personagens devem atuar nas seguintes modalidades:
a) protagonista — iín-criador, parceiro — ián-realizador;
b) protagonista — ián-dissolvente, parceiro — iín-realizador.
1. O galo Mefistófeles se gaba diante do cachorro Kubik de seu harém e de sua utilidade na fazenda. Kubik inicialmente tolera, mas acaba colocando Mefistófeles em seu lugar.
2. O papagaio centenário Cláudio explica à sua dona Ágrafena por que ela nunca deve se casar. Ágrafena, resistindo, recorre à opinião pública, à felicidade feminina, etc.
3. O grande chefe Zinóvi Kalistrátovitch, ao se encontrar casualmente em um bar, conhece e flerta com uma jovem interessante, Efrosínia, insinuando suas possibilidades financeiras e outras.
4. A jovem Susana e seu apaixonado Erofei em um passeio noturno. Susana se interessa pelos jovens que passam, enquanto Erofei tenta chamar sua atenção para si.
5. O aluno do primeiro ano Vília pergunta à mãe quando poderá assistir a todos os programas de televisão sem exceção ou restrições. A mãe, pressentindo o pior, tenta explicar a diferença entre tarefas e lazer.
Exercício. Crie duas cenas curtas para cada um dos seguintes temas e mais cinco temas de sua escolha. Os personagens devem atuar nas seguintes modalidades:
a) protagonista — ián-criador, parceiro — iín-dissolvente;
b) protagonista — ián-realizador, parceiro — iín-criador.
1. A raposa Larissa convida o coelho Zacarias para seu aniversário. Zacarias pressente algo ruim, mas não quer recusar diretamente por vários motivos.
2. A raposa Larissa, em visita ao lobo Jorge (Jó), conta sobre o mau comportamento do coelho Zacarias. Jorge reage filosoficamente.
3. O lobo Jorge encontra o coelho Zacarias na floresta e o repreende por suas más maneiras. Zacarias se desculpa e promete melhorar.
4. A mesa redonda e o sofá do solteiro Vítor, na sua ausência, discutem a necessidade de reformar o apartamento e formas de obrigar Vítor a cuidar disso.
5. A cadela bolonhesa Dunya reclama ao cão de armazém Elizaritch sobre o mau caráter de sua dona Isabela. Elizaritch tenta equilibrar a situação.
Modalidades diádico-tríadicas.
A modalidade ián-sintética é característica de translações que contêm uma breve ordem imperativa: — Saia daqui imediatamente.
Essa mesma modalidade é marcada por um forte acento no nome do parceiro ao se dirigir a ele: — (Severamente) Estou te perguntando, LUCIANO!
Exercício. Crie situações em que a modalidade ián-sintética surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes falas e mais cinco de sua escolha para a modalidade ián-sintética.
1. — Quero, mãezinha, algo gostoso — talvez cogumelos em conserva com cebola… ou russulas, digamos.
2. — Ora, o que meus parentes têm a ver com isso, afinal?
3. — Aqui está quente, aconchegante, um pouco desarrumado, é verdade…
4. — Por que eu iria querer uma torta de oxicoco se a de repolho é muito mais gostosa?
5. — Barbeie-se!
Exercício. Responda às seguintes falas e a mais cinco de sua escolha na modalidade ián-sintética.
1. — Quantos anos você vai fazer este ano, Manfredo?
2. — Para que um gato precisa de queijo?
3. — Cale-se, infeliz!
4. — Conte, Cornélio, sobre sua infância.
5. — E quando é o seu casamento, Serafim?
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco de sua escolha, crie falas na modalidade ián-sintética. Responda a essas falas: a) de modo sintonizado e b) de modo antitonado.
1. Proposta para uma reunião de negócios séria.
2. Saudação a um inimigo no pátio da escola.
2. Despedida definitiva de um mau hábito.
4. Acusação ao gato doméstico por comportamento indigno.
5. zombaria da irmã mais nova que não sabe andar.
A modalidade ián-qualitativa é característica, por exemplo, de translações que contêm ordens qualitativas diretas ao parceiro: — Você deve ser livre e desinibido, e isso é o principal — lembre-se, Leôncio! (ián-qual)
Nessa modalidade, os verbos acentuados na ordem denotam ações: — Agora — voe, e rápido! (ián-qual)
Exercício. Crie situações em que a modalidade ián-qualitativa surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes falas e mais cinco de sua escolha para a modalidade ián-qualitativa.
1. — Onde você está, (alto) NESTOR!
2. — Não gostaria que isso acontecesse.
3. — Ah, que meias e sapatos, e vestidos, e laço no cabelo!
4. — Ora, não sei para que tanto choro, caretas e desespero de cinco minutos.
5. — E a primavera chegou!
Exercício. Responda às seguintes falas e a mais cinco de sua escolha na modalidade ián-qualitativa.
1. — Onde você mora, Nifonte?
2. — Não sei nem como posso ajudá-lo, Angelina.
3. — Ora, que tipo de pessoa você é, Mardário?!
4. — Apresse-se, Tigre!
5. — Engraçado, Ruivão!
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem para a modalidade qualitativa yang. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Proposta insistente para uma boneca vestir um novo vestido. 2. Ofensa aguda e justa a um parente mais velho. 3. Anúncio de força maior por ela. 4. Pedido humilhante e urgente a um parente distante e rico. 5. Declaração sobre a sua nova posição social durante um almoço em família.
A modalidade предметная yang caracteriza-se por transmissões que representam uma exigência direta e objetiva ao parceiro: – Tira imediatamente a camisa e as calças molhadas, Vília! (yang-pred)
– (Com voz suplicante) Um pedacinho! (yang-pred)
Exercício. Crie situações em que a modalidade предметная yang surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e mais cinco abordagens à sua escolha para a modalidade предметная yang. 1. – Ai! 2. – E eu queria mingau — de semolina, doce, saboroso, e mais um pouco! 3. – Que história é essa, Protásio! 4. – Peço-lhe, Florentius! 5. – Seria difícil para mim dizer algo definitivo sobre este tema.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco abordagens à sua escolha na modalidade предметная yang. 1. – Peço-lhe que me siga, Leão. 2. – Quem é você, bela desconhecida? 3. – E de que cor eram os olhos dela? 4. – Seria bom ouvir algo em sua defesa, Natanael. 5. – Meninos quietos e obedientes geralmente ganham mais bolo.
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem para a modalidade предметная yang. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Convite remoto de um chefe imediato para o casamento da filha adolescente. 2. Justificativa indireta por uma falta grave perante um animal de estimação. 3. Apresentação num avião a um menino de dez anos. 4. Proposta a um novo conhecido para jantar em casa. 5. Dúvida sobre a confiabilidade de uma decisão profissional vinda de um subordinado.
A modalidade синтетическая инь caracteriza-se, por exemplo, por transmissões que contêm metáforas de estado: – Sinto-me como um ganso no espeto. (in-sint)
– Hoje você está meio abatido — como um arenque em molho de vinho. (in-sint)
Exercício. Crie situações em que a modalidade синтетическая инь surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e mais cinco abordagens à sua escolha para a modalidade синтетическая инь. 1. – Saia da frente, Marcel! 2. – Estou com pressa, com pressa, só termino esta fila — e já volto! 3. – O senhor pisou no meu dedão do pé. 4. – Onde fica exatamente o seu terreno? 5. – O caminho da guerra não é para a humanidade civilizada.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco abordagens à sua escolha na modalidade синтетическая инь. 1. – Devagarinho, Protásio! 2. – Ah, Florentine! 3. – Vou, vou — não assobio, mas quando chegar não me culpe, Faína! 4. – Chistrik, não ladre à toa para os carros que passam. 5. – Preciso de um assistente experiente e habilidoso, Focas.
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem para a modalidade синтетическая инь. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Apelo pela comiseração a um pai criminosamente desatento. 2. Justificativa indireta a uma mãe pela recusa em fazer os deveres para amanhã. 3. Pedido a uma criança para desligar a televisão e começar a estudar. 4. Acusação indireta a uma boneca pelo sumiço de um doce favorito. 5. Instrução à filha para limpar o quarto antes que algo desagradável aconteça.
A modalidade qualitativa инь caracteriza-se por transmissões pouco intrusivas que destacam a qualidade ou uma ação não muito ativa, por exemplo: – Lamento muito que tudo tenha saído tão mal, muito mesmo… (in-cal)
– E de repente vejo um pássaro: grande, verde-azulado, planando solitário bem alto… (in-cal)
Exercício. Crie situações em que a modalidade qualitativa инь surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e mais cinco abordagens à sua escolha para a modalidade qualitativa инь. 1. – Pare, irmão Nicandro! 2. – Ugh! 3. – (Balança a cabeça negativamente) Uh-uh. 4. – Por que você quer a minha namorada? 5. – Está bem, Fedósia, vamos ao rio.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco abordagens à sua escolha na modalidade qualitativa инь. 1. – Onde nos encontramos amanhã, Onésimo? 2. – Agora me diga, Ilídio, que materiais você precisa? 3. – Diga-me, estimado autor: quais de seus personagens você escreveu baseado em si mesmo e quais em pessoas que conhece? 4. – Hoje não estou muito bem. 5. – É difícil para você agora, Rostislau, mas eu te compreendo.
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem para a modalidade qualitativa инь. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Pedido humilde a um alto chefe por uma pensão. 2. Cumprimento casual e discreto a uma jovem e interessante vizinha na praia. 3. Instrução clara à filha para aspirar o tapete na sala. 4. Confissão dramática de uma culpa grave perante o público. 5. Ofensa injusta e brincalhona de um animal de estimação.
A modalidade предметная инь caracteriza-se por descrições do plano material: – Ela usava sapatos com laços, um vestido com fenda até a cintura e um lenço amarrado atrás no pescoço. (in-pred)
Exercício. Crie situações em que a modalidade предметная инь surge naturalmente.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e mais cinco abordagens à sua escolha para a modalidade предметная инь. 1. – Entenda-me direito, Nectário. 2. – Cássio e Calístrato, acalmem-se! 3. – Ah, querido amigo! 4. – O trabalho é o alicerce de nossa existência. 5. – Chegou a hora de conversarmos seriamente.
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco abordagens à sua escolha na modalidade предметная инь. 1. – Em cuja bicicleta você andou, Orestes? 2. – Desapareça, demônio! 3. – Agora me diga francamente, Nicéforo: eu sou necessária para você como mulher ou não? 4. – E mais, por favor, um bolinho pequeno, mas saboroso. 5. – Peço-lhe, Gertrudes, não se acanhe!
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem para a modalidade предметная инь. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Apresentação informal de seu cão a um novo conhecido. 2. Convite informal e adiado no tempo a um amigo para ser testemunha em seu casamento. 3. Apresentação de uma queixa tradicional à esposa durante o aniversário de casamento. 4. Anúncio a um animal de estimação sobre o fim de um enredo longo e desgastante. 5. Atribuição pública de responsabilidade por um fracasso a um novo conhecido.
Exercício. Traduza as seguintes abordagens e mais cinco abordagens à sua escolha para todas as modalidades diádicas e triádicas. 1. – Seria bom se você se apressasse, Esmeralda. 2. – Eu penso diferente. 3. – Convido-o para dançar. 4. – Primeiro, jantar. 5. – E afinal Pedro foi um grande czar!
Exercício. Responda às seguintes abordagens e a mais cinco abordagens à sua escolha em todas as modalidades diádicas e triádicas. 1. – Onde você foi parar ontem, Irene? 2. – Lamento minha grosseria — desculpe, Pancrácio! 3. – Você não vai escapar de mim agora, Eufrosina! 4. – Chistrik, por que você comeu aquele passarinho inocente? 5. – Eusébio, será que a escola é mais interessante do que o seu cachorro favorito?
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco situações à sua escolha, crie uma abordagem em todas as modalidades diádicas e triádicas. Dê resposta a essa abordagem: a) sintonizada e b) antitônica. 1. Elogio casual e superficial de um homem elegante em processo de envelhecimento em uma reunião oficial. 2. Instrução ao pai que parte para uma longa viagem de serviço à Índia. 3. Promessa difícil de cumprir de uma amante privada. 4. Proposta séria e informal a uma boneca privada. 5. Conselho a um novo conhecido que não é profissional na área de competência do protagonista.
Exercício. Crie duas cenas curtas para cada um dos seguintes temas e mais cinco temas à sua escolha. Os personagens das cenas devem atuar nas seguintes modalidades: a) protagonista – yang-sim, parceiro – yin-pred; b) protagonista – yang-cach, parceiro – yin-sim.
1. Zoológico. A bisão Zinaida pede ao tratador do cercado de bisões, Porfírio, para alterar o seu regime de alimentação e de manutenção. Porfírio explica o que está ao seu alcance e o que depende da vontade divina ou da administração do zoológico.
2. As bonecas Fekla e Petiunia, expostas na vitrine de uma loja de brinquedos, discutem qual delas é mais amada pelas crianças.
3. Vília, aluno do primeiro ano e filho único, exige da mãe, com base na autoridade de sua professora Pulquéria Cristóforovna, que lhe dê um irmão ou irmã. A mãe tenta se defender.
4. O cacto de Violeta critica as amigas dela. Violeta tenta defendê-las.
5. Andrão, estudante do ensino médio, está insatisfeito com a escola e os professores, que o obrigam a estudar coisas que não lhe interessam. A mãe tenta explicar ao filho que o mundo é mais amplo do que ele imagina.
Exercício. Crie duas cenas curtas para cada um dos seguintes temas e mais cinco temas à sua escolha. Os personagens das cenas devem atuar nas seguintes modalidades: a) protagonista – yang-pred, parceiro – yang-sim; b) protagonista – yin-cach, parceiro – yin-prev.
1. A mesa redonda de jantar e o sofá do solteiro Vítor fazem planos de como forçá-lo a se casar, talvez com sua velha conhecida Clarissa.
2. Mardário, dono do gato Gladiador, tenta explicar ao animal as vantagens morais e outras do vegetarianismo. O gato, no entanto, tem sua própria opinião.
3. Isabela, dona da cadela Dunya, pede ao cão de guarda Elizarich que não incomode sua cadelinha. Elizarich defende sua liberdade e a liberdade de amar como bem entender.
4. Zinóvi Kalistrátovitch, grande chefe, tenta explicar à sua amante, Eufrosínia, que, além das relações sexuais, existem outros tipos de vínculo entre homem e mulher. Ela não entende bem do que se trata.
5. Cláudio, papagaio centenário, repreende sua dona, Ágrafena, pela leviandade na escolha de amigos, especialmente amigas. Ágrafena tenta contestá-lo.
FÓRMULAS DE ALTERNÂNCIA DE MODALIDADES
A mudança consciente e hábil de modalidades é uma poderosa arma comunicativa. Parece impossível (e, sem dúvida, metodologicamente incorreto) sempre usar a mesma modalidade — yang ou yin, embora existam pessoas “monomodais” que buscam isso e quase atingem o objetivo, ignorando obstinadamente a modalidade que detestam. No entanto, é muito mais correto aprender a subordinar a alternância de modalidades aos seus objetivos — primeiro das suas próprias modalidades e, depois, das modalidades usadas pelos parceiros (isso, aliás, às vezes é mais fácil!).
Fórmulas breves.
“Subida”: yang — yin.
A conclusão yin suaviza a determinação e a categoricidade yang. No entanto, a transmissão como um todo, na percepção do parceiro, geralmente adquire uma modalidade yin, algo que o protagonista pode não ter levado em conta. Exemplos:
– Pelágia! Não faça isso! (yang) (pausa) É que eu realmente não quero. (yin)
– Estou te pedindo! (yang) Isso é muito importante para mim. (yin)
Exercício. Continue seguindo a fórmula “Descida” nas seguintes falas e mais cinco falas yang à sua escolha.
1. — E se eu não gostar da sua opinião?
2. — Vamos, né?
3. — Bem, vamos ficar por aqui, ou o quê?
4. — Por que os papagaios têm cauda colorida?
5. — Por que você está tão insatisfeito comigo, Tigran?
Exercício. Responda às seguintes falas e mais cinco à sua escolha seguindo a fórmula “Descida”.
1. — Acho que as chamadas “profissões liberais” não dão grande liberdade interior, muito menos liberdade em relação à sociedade.
2. — Quem desmontou minha máquina de costura?
3. — Se ninguém com esquizofrenia veio à palestra popular, é porque ela não é popular.
4. — Por que os pinguins vivem em um lugar tão frio?
5. — Sério, pai, todos os chineses são realmente amarelos?
Exercício. Para as seguintes situações e mais cinco à sua escolha, crie falas seguindo a fórmula “Descida”.
1. Resposta a uma crítica injusta do irmão mais velho.
2. Crítica informal a uma decisão recente da chefia na ausência dela.
3. Apresentação a uma celebridade após um concerto.
4. Recusa a um convite para visitar alguém.
5. Reclamação pública séria à irmã mais nova.
“Subida”: yin — yang.
A continuação yang obriga o parceiro a prestar atenção. No entanto, o início pode ser esquecido — lembre-se disso. Exemplos:
– Estou com muita vontade de comer algo gostoso. (yin) Por favor, Anastácia! (yang)
– Lá está uma pessoa sentada no sofá, não fazendo nada de ruim, nem incomodando ninguém… (yin) Sai daqui, Flegonte, heim? (yang)
A preparação yin reforça o efeito da pergunta ou ordem yang. No entanto, não exagere, caso contrário seu parceiro pode cair em um transe do qual será difícil tirá-lo. Exemplos:
(Cobrindo os olhos) Sempre fico tão feliz em ver meus amigos! (yin) (olhando fixamente) Ora, um beijo, Domidonte! (yang)
– Não gosto muito dessas flores… (yin) Jogue-as fora, Gorislava, por favor! (yang)





